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COMPLEXO TURÍSTICO DE XINGÓ

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O Governo de Alagoas investe no 

desenvolvimento do Turismo no Complexo de Xingó

Junte os principais elementos da cultura nordestina com uma paisagem surreal e você terá o Complexo Turístico de Xingó, um destino que une a fé, a história e a beleza do sertão de Sergipe. Lar de um dos maiores cânions navegáveis do mundo, a visita ao Complexo começa com um passeio de barco entremeado por paredões de pedra, águas esmeraldinas e a exuberante fauna local! Embarque pelos 18 km do Rio São Francisco e conheça um oásis nordestino! Como chegar O Complexo de Xingó só pode ser acessado por barcos que partem da simpática Canindé de São Francisco, distante a 200 km de Aracaju. 

De carro, o caminho até a cidade é feito pela BR-235 sentido Itabaiana e depois pelas rodovias estaduais SE-106 e SE-206. Este trecho, chamado de Rota do Sertão, passa por diversas cidadezinhas que valem à pena você dar uma parada para comprar artesanatos locais. O que fazer O Complexo Turístico de Xingó é uma área cheia de pequenos segredos e, por isso, é preciso reservar alguns dias para conhecê-lo totalmente. A primeira atração do local começa logo no curso até o cânion. O passeio de catamarã é feito pelas águas do místico Rio São Francisco ao som de músicas típicas nordestinas. Não há como negar que a atmosfera do passeio faz qualquer enjôo ir embora, principalmente quando nos deparamos com a beleza que nos rodeia: ao longo dos 18 km de percurso há paredões de pedra esculpidos com a destreza de um artesão divino. 

Não deixe de contemplar a vista que se apresenta; ao longo do rio é possível ver até uma imagem de São Francisco colocada por algum fiel, talvez como pagamento de promessa ou para proteger os visitantes, em uma rocha. Após muito forró e bebidas e petiscos, finalmente o Cânion Xingó aparece: as águas do velho Chico embrenham-se na caatinga e furam a rocha de granito avermelhado, formando esta belíssima paisagem, ponto alto do passeio. Este vale profundo, de 65 quilômetros de extensão e profundidade de mais de 170 metros, é considerado um dos cinco maiores cânions navegável do mundo! 

Mas, saiba que toda essa magnitude é artificial; o Cânion é resultado de uma obra da Usina Hidroelétrica de Xingó, ou seja, antes não havia este cenário que vemos hoje. Nas terras que envolvem o cânion, o turista tem a oportunidade de conhecer um ponto histórico: a gruta do Angico, local onde Lampião e Maria Bonita morreram. Apesar de soar mórbido, a visita, que faz parte da trilha da Rota do Cangaço, é interessantíssima, sendo mais um lugar de beleza incontestável. Se você puder, também inclua outras trilhas ecológicas no seu passeio, elas são feitas por sertanejos que nos mostram um pouco mais da caatinga, um bioma genuinamente brasileiro. 

Outro programa essencial é mergulhar nas águas esmeraldinas do Rio São Francisco na Prainha Beira Rio e depois partir para a Usina Hidrelétrica de Xingó. Voltando ao barco, a música ainda ecoa e as redes parecem ainda mais convidativas depois do mergulho e das trilhas. Enquanto a água nos direciona novamente para a cidade, você pode programar para o dia seguinte uma visita o completo Museu Arqueológico do Xingó e depois desvendar as pequeninas cidades que se aglomeram ao redor do Rio São Francisco. O que você achou do Complexo do Xingó? Ficou com vontade de conhecer? Deixe a sua opinião!

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